NATAL DE JESUS
"O Espiritismo respeita todas as religiões e doutrinas, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social. Reconhece, ainda, que “o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza”.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
A vida
de Jesus
Mergulhado no fluido cósmico universal, o Espírito Jesus transcende barreiras psíquicas imensuráveis para chegar até nós.
Vivemos
em um
planeta
de
provas e
expiações
onde o
Espírito
ainda
estagia
em
níveis
evolutivos
inferiores,
provenientes
das
ações
mal
resolvidas
do seu
pretérito
espiritual.
A figura
de Jesus
em
relação
ao
planeta
é a
presença
divina
do amor
em forma
de
misericórdia
e
compaixão
por
todos
nós
encarnados
e
desencarnados,
que
também
precisamos
da sua
sagrada
atenção.
Desde a
Galileia
distante,
nos
primeiros
momentos
da sua
mensagem,
ensinou
aos
homens a
verdadeira
necessidade
de
comunhão
com
Deus, e
recebeu
os
enfermos
da alma
– que
somos
todos
nós, que
muitas
vezes
negligenciamos
os seus
ensinamentos.
A vida
de Jesus
é uma
epopeia
de luz e
amor, é
o
momento
divino
em que a
humanidade
tem a
oportunidade
de
conviver
com o
ser mais
perfeito
que Deus
ofereceu
ao mundo
como
modelo e
guia.
A vida
de Jesus
é a
presença
da
compaixão
em
nossas
vidas,
compreendendo
que
somos
seres,
embora
imperfeitos,
mas com
a
necessidade
precípua
de
evolução.
Indicou
isso no
diálogo
sublime
com
Maria
Madalena:
“Mulher,
ninguém
te
condenou;
eu
também
não te
condenarei,
mas, de
futuro,
não
tornes a
pecar”,
mostrando-nos
que
temos de
lutar
contra
as
imperfeições
que
muitas
vezes
surgem
como
obstáculos
à nossa
reforma
interior.
Como
narra o
nobre
Espírito
Amélia
Rodrigues,
“Jesus é
a
personificação
do amor,
e
continua
sendo o
mesmo,
ontem,
hoje e
sempre”.
Basta
silenciar
o nosso
psiquismo
para
sentir
as
maviosas
energias
do seu
magnetismo
que
resplandece
como
lenitivo
para as
nossas
dores e
dificuldades.
Hoje,
com o
advento
do
Espiritismo,
Jesus
volta de
novo aos
moldes
sublimes
das
primeiras
horas do
Cristianismo
primitivo,
na
figura
genuína
da
Igreja
do
Caminho,
onde
recebia
a todos
com a
felicidade
maior de
fazer a
eles
tudo
aquilo
que nós
gostaríamos
que nos
fosse
feito. É
este
Jesus
simples,
humilde,
terno,
infinitamente
de amor,
que a
doutrina
dos
Espíritos
vem
relembrar
para
todos os
homens
que
tenham
olhos e
ouvidos
de ver e
de
ouvir.
“Se me
amais,
guardai
os meus
mandamentos
e eu
rogarei
a meu
Pai e
ele vos
enviará
outro
consolador
para que
fique
eternamente
convosco”
– este é
o
convite
que ecoa
pelos
séculos.
Neste
sentido,
o homem
Jesus
continua
sendo o
caminho,
a
verdade
e a vida
para
todos
que o
buscam
nos
sentimentos
enobrecedores
que irão
se
refletir
como
bálsamo
regenerador
de todas
as
moléstias
psíquicas
da alma
em
evolução.
Assim,
trabalhemos
na seara
divina,
relembrando
as
paisagens
genuínas
da
Palestina
distante
– que
permanece
atual em
nossas
existências
– por
ter sido
ali,
naquelas
paisagens
simples
e
bucólicas
da
Galileia,
e,
principalmente
em
Cafarnaum,
que Ele,
o
Messias,
escolhera
para
instaurar
as bases
sublimes
do seu
evangelho
de
amor.
http://www.oconsolador.com.br
sábado, 10 de novembro de 2012
Por que comigo?
– Entendendo o
papel da dor em
nossa vida
“Embora a dor e o pranto, não permitas
Que a tua fé sublime se abastarde...
Abraça a luta e segue para a frente,
Antes que seja tarde”
Espírito João
Coutinho *
Emmanuel, o orientador Espiritual de Francisco Cândido Xavier, ditou para o Médium brasileiro a lição intitulada “A Mestra Divina”, parte do livro “Ceifa De Luz”, do mesmo autor. Neste belíssimo texto, o Espírito comenta os benefícios causados pela dor àqueles que compreendem a corrigenda, saindo da experiência, melhorados. Explica que a dor “devolve-nos todos os golpes com que dilaceramos o corpo da vida, para que não persistamos na grade do erro ou nos cárceres do remorso”. (EMMANUEL, 1979, p. 119.)
Afirma,
ainda, que a
Mestra Divina “aqui
corrige, adiante
esclarece, além
reajusta, mais
além aprimora”
(p. 120),
explicando,
portanto, até
onde a Dor pode
atuar em nós,
caso permitamos
nos favoreça com
suas sagradas
lições.
Dentro dos
postulados
Espíritas,
aprendemos que
pertencemos, no
atual estágio
evolutivo, à
categoria de
Espíritos
Imperfeitos,
portanto,
incompletos, em
muito
ignorantes, e,
em muitos casos,
ainda maus,
essencialmente.
Daí a
necessidade de
residirmos,
temporariamente,
em um mundo que
reflete nosso
estado íntimo,
ou seja, em um
planeta
classificado
como sendo de
“provas e
expiações”.
Tal
classificação
nos ajuda a
entender o
caráter da dor
que nos atinge,
na atualidade.
Podemos ser
despertados por
ela, a fim de
resgatarmos
débitos
contraídos no
passado [tanto
remoto como
atual], ou ainda
para
provarmos se
já conseguimos
desenvolver em
nós as virtudes
necessárias e
possíveis para o
momento.
“Não fiz nada
para merecer
isto! É um
absurdo!”,
afirmam muitos.
Por certo, estes
ainda não
tomaram
consciência de
que muito temos
a aprender na
escola da vida;
que aqui estamos
na figura de
devedores,
buscando a
regeneração,
pelas vias da
reencarnação e
que toda
experiência
difícil nada
mais é que
oportunidade de
aprendizagem.
Instrumento
perfeito, que
serve:
Para uns, na
aquisição da
paciência.
Para outros, da
humildade.
Outros, ainda,
da resignação e
da fé.
Ou de todas
estas virtudes,
concomitantemente.
Certo é que a
Dor surge para
crescermos. Este
é o seu
objetivo. O que
faremos, com a
sua visita,
corre por nossa
conta.
Diante das
adversidades da
vida, podemos
buscar o que nos
cabe aprender,
fazendo o
melhor, ou,
revoltosos e
indignados,
podemos nos
rebelar contra
Deus,
desfazendo-nos
em muxoxos
intermináveis e
incabíveis.
Viktor Frankl, o
eminente
psiquiatra
vienense, devido
ao fato de ser
judeu, foi
perseguido e
preso em campos
de concentração,
na Alemanha
nazista. A
esposa grávida,
seus pais e
irmãos pereceram
nestes campos.
Entretanto, o
desafortunado
homem sobreviveu
e, estando em
situação de
completa
fragilidade,
buscou, acima
das dores, um
sentido para seu
sofrimento.
Quando conseguiu
a liberdade,
lutou por
divulgar suas
percepções.
Frankl passou a
ensinar que o
sentido da vida
pode ser
encontrado por
uma pessoa
através de três
caminhos:
O primeiro diz
respeito ao
exercício de um
trabalho que
seja importante,
ou a realização
de um feito, uma
missão, que
dependa de seus
conhecimentos e
de sua ação, e
que faça com que
a pessoa se
sinta
responsável pelo
que faz; o
segundo caminho
é o do amor a
uma pessoa ou a
uma causa, uma
ideia, o que
estabelece uma
responsabilidade
para com a
pessoa amada ou
à causa
defendida e, por
último, quando
diante de um
sofrimento
inevitável,
assumir uma
postura de
buscar um
significado e
utilidade para a
dor, pois
através da
experiência cada
pessoa pode
contribuir para
a vida de outras
pessoas.
Afirmou ele que
“dentro de cada
um de nós há
celeiros cheios
onde nós
armazenamos a
colheita da
nossa vida. O
significado está
sempre lá, como
celeiros cheios
de valiosas
experiências.
Quer sejam as
ações que
fizemos, ou as
coisas que
aprendemos, ou o
amor que tivemos
por alguém, ou o
sofrimento que
superamos com
coragem e
resolução, cada
um destes
eventos traz
sentido à vida.
Realmente,
suportar um
destino terrível
com dignidade e
compaixão pelos
outros é algo
extraordinário.
Dominar seu
destino e usar
seu sofrimento
para ajudar os
outros é o mais
alto de todos os
significados
para mim”. (FRANKL,
1985).
Espírito
valoroso, soube
ouvir e entender
a dor, retirando
dela o que tinha
de melhor.
No capítulo
intitulado “O
Poder do Amor”,
do livro “No
Mundo Maior”, de
André Luiz,
psicografia de
Francisco
Cândido Xavier,
irmã Cipriana, a
devotada
tarefeira do
Bem, falando
sobre os
recursos da Dor,
afirma,
categoricamente,
que “muitos
retiram do
sofrimento o
óleo da
paciência, com
que acendem a
luz para vencer
as próprias
trevas, ao passo
que outros dele
extraem pedras e
acúleos de
revolta, com que
se despenham na
sombra dos
precipícios”
(LUIZ, 1947 p.
92).
Sentir a dor é
obrigatório.
Revoltar-se com
ela é opcional,
assim como
seguir pelos
caminhos da
regeneração,
através da
paciência e do
amor.
Na atualidade,
grandes
dificuldades
assolam o
Planeta.
Trata-se do
processo de
transição, no
qual estamos à
mercê de grandes
convulsões,
sejam de ordem
individual,
social,
cultural,
econômica,
política ou
geológicas. São
as “dores do
parto”,
anunciadas
profeticamente
por Jesus. Dores
que nos farão
melhores, a fim
de podermos
habitar um
Planeta também
melhorado,
física e
moralmente.
Portanto,
urgente nos
prepararmos
intimamente para
este momento.
Entendermos que
no planejamento
divino não cabem
equívocos. Que
nenhuma dor nos
chega na
qualidade de
carta endereçada
a outra pessoa.
Com esta
certeza, teremos
força para
ultrapassar as
ventanias que
anunciam a
grande
tempestade, com
os alicerces do
entendimento e
do amor.
Logo mais,
quando o sol
tornar a
brilhar,
concedendo-nos
seus raios
iluminativos e
refazedores,
anunciando um
novo amanhecer
no clima
planetário,
poderemos, uma
vez melhorados,
usufruir da paz
que tanto
almejamos.
Cabe salientar
ainda que
aqueles que já
possuem em si as
ferramentas
íntimas capazes
de darem conta
das
adversidades,
sem tantos
desequilíbrios
emocionais,
estão munidos de
instrumentos que
devem ser
utilizados no
auxílio aos
irmãos por agora
equivocados.
Ainda no livro
“Ceifa de Luz”,
agora no
capítulo
“Desenvolvimento
Espiritual”,
Emmanuel,
falando sobre as
questões de
subdesenvolvimento
humano, se
utiliza da
expressão para
falar dos
subdesenvolvidos
espirituais.
Comenta que
devemos
reconhecer que
existe “uma
retaguarda
enorme de
criaturas
empobrecidas de
esperança e
coragem, não
obstante quase
toda ela
constituída de
companheiros com
destaque
merecido na
cultura e na
prosperidade da
Terra”.
(EMMANUEL, 1979,
p. 207.) E,
indicando nossa
posição diante
de tais irmãos,
pede-nos para
que nos
abasteçamos de
suficiente amor
para
compreendê-los e
auxiliá-los,
pois se tratam
de “amigos
chamados a
caminhar nas
frentes da
evolução, com
áreas enormes de
influência e
possibilidade no
trabalho do bem
de todos, mas
detentores de
escassos
recursos no
campo do
sentimento para
suportarem, com
êxito, as crises
da época de
mudança”
(EMMANUEL, 1979,
p. 208).
Destacamos que o
Espírito
menciona “crises
da época de
mudança”, ou
seja, fala-nos
sobre a
transição, por
nós citada, e
que traz em seu
bojo a marca da
dor, na forma de
medicamento
amargo, porém
necessário,
tanto para o
despertamento
dos que dormem,
nas camas do
materialismo,
como para
impulsionar o
desenvolvimento
espiritual, tão
necessário
nestes tempos de
pós-modernidade,
nos quais
imperam os
desregramentos
morais de toda
ordem.
Tempos difíceis,
que nos pedem
pratiquemos
aquilo que Jesus
nos ensinou há
2000 anos:
Oração e
Vigilância, a
fim de buscarmos
forças para
darmos conta dos
desafios,
através do
contato com as
esferas mais
elevadas da
Vida, e, ao
mesmo tempo,
observando
constantemente
nosso íntimo,
para que não
venhamos a
repetir antigos
erros.
E, assim como
escreveu Renato
Teixeira, na
canção “Tocando
em Frente”,
precisamos ter
em mente que “cada
um de nós compõe
a própria
história e cada
ser em si
carrega o dom de
ser capaz, e ser
feliz”.
Avante!
Referências
Bibliográficas:
EMMANUEL
[Espírito].
Ceifa de Luz.
[psicografado
por] Francisco
Cândido Xavier,
3ª ed. Brasília,
FEB, 1979.
LUIZ, A.
[Espírito]:
No Mundo Maior,
[psicografado
por] Francisco
Cândido Xavier,
1947; 26ª ed. 2ª
reimpressão, Rio
de Janeiro, FEB,
2009.
FRANKL, V. A
Descoberta de Um
Sentido No
Sofrimento,
Entrevista na
África do Sul,
1985, disponível
no Youtube,
http://www.youtube.com/watch?v=5cd2KANOJuU
acessado em 11
de setembro de
2011.
Em busca de
sentido: um
psicólogo no
campo de
concentração.
Petrópolis:
Editora Vozes,
1991.
* Espírito João Coutinho - Do livro: Poetas Redivivos, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
APROVEITA
“Se alguém diz: – eu amo a Deus, e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama o seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” – (1ª Epístola à João, 4:20.)
A vida é processo de crescimento da alma ao encontro da Grandeza Divina.
Aproveita as lutas e dificuldades da senda para a expansão de ti mesmo, dilatando o teu círculo de relações e de ação.
Aprendamos para esclarecer.
Entesouremos para ajudar.
Engrandeçamo-nos para proteger.
Eduquemo-nos para servir.
Com o ato de fazer e dar alguma coisa, a alma se estende sempre mais além…
Guardando a bênção recebida para si somente, o espírito, muitas vezes,
apenas se adorna, mas, espalhando a riqueza de que é portador, cresce
constantemente.
Na prestação de serviço aos semelhantes, incorpora-se, naturalmente, ao coro das alegrias que provoca.
No ensinamento ao aprendiz, liga-se aos benefícios da lição.
Na criação das boas obras, no trabalho, na virtude ou na arte, vive no
progresso, na santificação ou na beleza com que a experiência individual
e coletiva se alarga e aperfeiçoa.
Na distribuição de pensamentos sadios e elevados, convertese em fonte viva de graça e contentamento para todos.
No concurso espontâneo, dentro do ministério do bem, une-se à prosperidade comum.
Dá, pois, de ti mesmo, de tuas forças e recursos, agindo sem cessar, na
instituição de valores novos, auxiliando os outros, a benefício de ti
mesmo.
O mundo é caminho vasto de evolução e aprimoramento, onde transitam, ao teu lado, a ignorância e a fraqueza.
Aproveita a gloriosa oportunidade de expansão que a esfera física te
confere e ajuda a quem passa, sem cogitar de pagamento de qualquer
natureza.
Se buscas o Pai, ajuda ao teu irmão, amparando-vos reciprocamente,
porque, segundo a palavra iluminada do evangelista, “se alguém diz: – eu
amo a Deus, e aborrece o semelhante, é mentiroso, pois quem não ama o
companheiro com quem convive, como pode amar a Deus, a quem ainda não
conhece?”
sábado, 3 de novembro de 2012
Viver – Um direito de todos
Quando o ser humano já começava a
apresentar condições para conhecer os princípios elementares da justiça,
a Providência Divina enviou, através da mediunidade de Moisés, a
primeira revelação das Leis de Deus, os Dez Mandamentos. Destes, o
quinto mandamento observa objetivamente: “Não Matarás”. Direito, claro, inquestionável, não suscita dúvidas e não abre exceções.
O Evangelho de Jesus, destacando a
magnitude da Lei de Amor, ratifica esse mandamento e lhe amplia a
compreensão, assim como a Doutrina Espírita quando observa: “Qual o
primeiro de todos os direitos naturais do homem? R.: “O de viver. Por
isso ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante,
nem de fazer o que quer que possa comprometer a sua existência
corpórea.” (O Livro dos Espíritos, Ed. FEB, q. 880.)
Para as Leis Divinas, portanto, o ser
humano tem o pleno direito de viver e o dever de preservar sua vida, não
havendo nenhuma restrição a esse direito decorrente das deficiências
físicas, mentais, morais ou sociais que apresente.
Os Espíritos superiores, desde a metade
do século XIX, esclarecem que a união da alma ao corpo, na reencarnação,
começa na concepção (Op. Cit., q. 344), e a ciência dos homens, por sua
vez, evoluindo nas suas pesquisas, já reconhece que o ser humano começa
a existir no momento da concepção. Com esta convicção, as leis humanas,
também evoluindo nos seus conceitos e aproximando-se cada vez mais das
Leis Divinas, já asseguram ao ser humano, em muitos países, o direito à
vida em todas as fases da sua existência, desde a concepção.
Observa-se assim que, da concepção ao
velho, em qualquer fase, o ser humano tem o direito a viver seja qual
for a condição física, mental, moral ou social em que se apresente.
A reencarnação é o eixo fundamental para
o Espírito enriquecer-se de experiências sublimes na sua senda
evolutiva. E essas experiências adquiridas, principalmente as mais
marcantes e dolorosas, são indispensáveis na conquista dos valores
espirituais que promovem a construção e o aprimoramento de sua
personalidade, realizada em total respeito às leis de Liberdade e de
Progresso que emanam de Deus.
Proteger e dignificar a vida do ser
humano em qualquer fase de sua existência (concepção, zigoto, embrião,
feto, recém-nascido, criança, jovem, adulto ou idoso) e em qualquer
condição na qual se apresente (com ou sem deficiências ou mazelas de
toda ordem) é, portanto, compromisso de todos os que já compreendem a
beleza da vida e a grandiosidade da Criação, seja material ou
espiritual.
Nestor João Masotti é presidente da FEB.
(Transcrito de: Editorial, Reformador, setembro de 2011).
Assinar:
Postagens (Atom)



